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Black Ops 6 pode redimir a franquia? Primeiras impressões do novo game da Activision Blizzard

Será que Call of Duty: Black Ops 6 realmente retorna para definir o futuro da franquia? O IGN Brasil foi até Los Angeles, Califórnia, a convite da Activision Blizzard para assistir a uma apresentação exclusiva sobre o novo título da saga e, é claro, jogar o novo Black Ops 6 em primeira mão. Neste artigo você encontra as nossas primeiras impressões, sem grandes spoilers!

De volta ao passado para olhar ao futuro

A chave para trazer os jogadores de volta para o novo jogo da franquia foi justamente voltar ao passado. Em Black Ops 6 o ano é 1991 e a trama se passa durante a Guerra do Golfo. A Treyarch criou um mundo que mistura acontecimentos históricos reais com a mitologia que eles criaram para o jogo, na qual as pessoas realmente acreditam que possa existir uma grande ameaça – o perigo é iminente e tudo ali pode ser real.

Basicamente, em Black Ops 6 quem faz a regra é você. Somos convidados a nos tornar monstros: não existe certo ou errado, não existem regras, você está junto do seu time, porém sozinho na jornada de decidir o que precisa ser feito. Você não pode confiar em ninguém por aqui… afinal “a verdade mente”. Essa é a frase que mais vimos durante toda a apresentação.

Afinal, onde Black Ops 6 se passa no cânone?

It's official.

Tudo o que foi construído pela Treyarch para o novo game da saga nos remete à franquia Black Ops. O jeito que você se move, o som, os velhos inimigos e, claro, o modo Zombies. Tudo parece muito familiar e esse era o objetivo deles: colocar o fã de volta em um lugar confortável

As missões memoráveis estão de volta na campanha e eles se basearam em alguns pontos para construí-las: será uma campanha baseada em espionagem, ação e suspense cheia de reviravoltas. O mistério e paranoia serão os grandes focos do jogo. Em quem você pode confiar?

Outro ponto importante são os locais históricos que encontraremos. Mas se você está se perguntando em que linha do tempo de Call of Duty essa história se passará, nós temos a resposta. Black Ops 6 se passa após os acontecimentos de Cold War (1981) e Black Ops 2 (1989), porém antes Black Ops 3.

Seu time é composto pelo líder Marshall, o veterano de guerra Woods e Harrow, The Handler. Já o time dos Rogue é composto por Felix, o assassino de aluguel Sec e Adler, um monstro profissional. E vocês terão que aprender a lutar juntos para combater algo muito maior.

Gameplay que valoriza escolhas

Variedade de missões é o que não vai faltar em Black Ops 6. Diria que está acima de qualquer outro aspecto do jogo. O modo campanha realmente recebeu um cuidado extra dessa vez – ainda bem, não é!?

Vimos detalhadamente duas missões: a primeira delas foi “Missão Capitol Station”, que acontece durante uma campanha eleitoral de Bill Clinton. Sim, o evento do 42º presidente dos Estados Unidos foi palco para uma grande invasão que começou através do subsolo. Depois você entra em um ambiente rodeado de referências culturais e nostalgia dos anos 90.

Na segunda missão apresentada invadimos um dos palácios de Saddam Hussein no Iraque. O mapa é bem grande e a missão não é linear, você pode tanto ir para cima como explorar outros pontos de interesse no mapa e achar objetivos paralelos por lá.

Mas o que mais me surpreendeu foram as variedades de escolhas estratégicas que teremos durante a gameplay. Baseada na sua missão você vai poder escolher como pretende realizá-la da forma mais eficiente possível. Você precisa pensar no tipo de inimigo que está enfrentando, no melhor tipo de arma e em como vai colocar seu plano em ação. O foco está na escolha e na propriedade do jogador.

Bem vindos ao Omni Movement

Durante a apresentação nos foi mostrado um sistema de movimentação inteligente com o qual toda ação tem uma reação. Agora há animação 360º e você pode se mover rápido em qualquer direção, além de fazer o combo correr + escorregar também de lado: foi incrível!

Outra novidade foi que nos antigos CODs você tinha quatro pontos principais de hitbox e agora são nove! Trazendo muito mais fidelidade de reação ao tiro e mostrando que a Treyarch não está se importando apenas com os grandes detalhes do jogo, mas também nos pequenos detalhes e em trazer mais fidelidade visual com personagens diversos e representativos. Além disso, Black Ops 6 traz 12 novas armas nunca antes vistas em nenhum dos Call of Duty anteriores.

Progressão e multiplayer

A Treyarch ouviu o feedback da comunidade e o Classic Prestige está de volta. O Military Level volta com 55 níveis, o Classic Prestige com 10 prestígios e o Prestige Master com 1.000 níveis. E tudo isso estará disponível logo no lançamento do jogo.

Já para o tão querido modo multiplayer a boa notícia é que o Theather Mode está volta! Além disso, são 16 novos mapas, sendo que 12 deles serão 6v6 e quatro serão Strike Maps.

O Zombies também estará de volta em sua melhor versão trazendo quatro operadores feitos para o modo que trarão uma experiência mais imersiva. Os mapas do modo Zombies também são atrativos: o primeiro é o Liberty Falls, um mapa diurno e bem simpático, e o Terminus, uma ilha macabra que hospeda criaturas não muito convidativas, mas foi o mais impressionante.

Conclusão

A ideia de trabalhar em equipe, porém só poder confiar nos seus instintos é desafiadora e incrível. A variedade de missões e oportunidades estratégicas durante a gameplay dando mais foco na decisão do jogador é um tiro certeiro para quem gosta de imersão e toda a parte de movimentação inteligente é um ponto alto do novo Call of Duty.

Tudo o que vimos foi realmente muito impressionante mostrando que a Activision Blizzard juntamente com a Treyarch trouxe inovações necessárias baseadas no feedback da comunidade e uma experiência diferente de tudo o que já vimos na franquia Black Ops até agora.


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