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São lamentáveis as barbeiragens do Sergio Moro, afirma leitor – 16/01/2024 – Painel do Leitor

Acusação de irregularidade

“Toffoli abre inquérito contra Moro por suspeita de fraude em delação” (Política, 15/1). São lamentáveis as barbeiragens do Sergio Moro. Se a um leigo não cabe a justificativa de ter cometido crime por desconhecer a lei, o que dizer de um magistrado e procuradores? Se comprovado, Moro na cadeia.

Genevaldo de Oliveira Ferreira (Embu das Artes, SP)

Mensalão, petrolão, corrupção nas empreiteiras. Os acusados, todos inocentados, e as empresas pedindo ressarcimento de multas e valores devolvidos. Não há nenhum processo para apurar e resgatar os bilhões em prejuízos. Esse país não tem condições de dar certo.

Matheus Teodoro Silva Filho (Curitiba, PR)

Velhos tempos

“Valdemar tem relação antiga com Lula antes de elogios que incomodaram Bolsonaro; relembre” (Política, 16/1). Em 2002 era um outro Lula, livre de rabo preso e defensor das liberdades, votei nele e também votei para a reeleição. Acontece que, depois desses dois mandatos, ele foi picado pela corrupção e abduzido pela oligarquia que o criou e manda nele até hoje.

José Augusto Bernabé (São Paulo, SP)

Insustentável

“Riqueza dos cinco maiores bilionários dobra em três anos, diz relatório” (Mercado, 14/1). Além de todas as implicações sociais, severíssimas, algo que tem sido negligenciado nos debates é o custo ambiental de um milionário desses. As aplicações de recursos do grupo de 125 bilionários emitem, em conjunto, 393 milhões de toneladas de CO2 e todos os anos, o mesmo que a França, por exemplo, país com 67 milhões de habitantes. É um escândalo em todas as dimensões.

Andre Fonseca (Campo Grande, MS)

O capitalismo é a forma mais eficiente de produzir riqueza, só que não apresenta nenhum mecanismo de distribuí-la. Se governos não fazem nada, como no caso americano, a desigualdade só aumenta. No caso das social-democracias, como na Escandinávia, a desigualdade tende a ser menor. Só podemos resolver isso taxando os mais ricos nos países onde é possível, para que haja cada vez menos locais onde eles possam esconder seus patrimônios.

Ediney Fortes do Prado (São Paulo, SP)

Manutenção

“Com mato alto, buracos e escorpiões, São Paulo tem recorde de reclamações” (Cotidiano, 16/1). Esta gestão desta prefeitura é um horror. Não faz o que é necessário e quando faz é para mostrar serviço e beneficiar seus compadres. As calçadas da av. dr. Vital Brasil no bairro Butantã eram de bloquetes. Substituíram por concreto, que parece polido. Mal terminaram o serviço e já são perceptíveis rachaduras além da sensação de aumento da temperatura.

Ana Paula Zanelato Pereira (São Paulo, SP)

São Paulo está largada às traças. A prefeitura funciona apenas em função dos lobistas dos automóveis e das grandes construtoras e incorporadoras.

Pedro Fernandes (São Paulo, SP)

Transparência

“Suicídio e redes digitais” (Opinião, 13/1) Hoje em dia são nas redes sociais que ocorrem grande parte de nossas interações sociais, comunicações governamentais, empresariais etc. Enquanto elas forem propriedades privadas que visam ao lucro, não se submeterão à ética ditada pelas constituições nacionais, fruto de séculos de esforço civilizatório contínuo. Eu acho que só uma rede social pública ou de domínio público pode cumprir essa demanda.

Priscila de Azevedo Noronha (São Paulo, SP)

Crimes cibernéticos

“Celulares estão sendo atacados dentro das telefônicas” (Ronaldo Lemos, 14/1). A era cibernética que vivemos facilitou muito nossas vidas e a dos bandidos também. Estamos sempre um passo atrás do crime, que acrescentou uma nova cara ao seu cardápio, somando-se aos crimes que envolvem violência física, que, infelizmente, não têm dado sinais de arrefecimento.

Valdo Neto (Jandira, SP)

Finitude

“Passear por cemitérios é perceber quão relativa é a noção de posteridade” (Bia Braune, 14/1). Finalmente leio um artigo sobre passear em cemitérios, um dos meus passeios favoritos. Obrigada, Bia Braune! Eu também acabei trancada em um cemitério italiano, não famoso como o de Milão, mas em Brescia, no norte da Itália, um cemitério de um convento. Ao entrar, não li o aviso de que o cemitério fechava no horário do almoço!

Marina Gutierrez (Sertãozinho, SP)

Dizem que os cemitérios são escolas de sabedoria. Ensinam-nos, entre outras coisas, que no ponto final seremos todos iguais, independentemente da grandiosidade do mausoléu ou da simplicidade da sepultura.

Sergio Iatchuk (São Paulo, SP)

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